Gemas e Joias

Joias:

Muito mais que uma peça de joalheria, resultado da junção de metais preciosos, gemas minerais e talento humano, a joia do Pará tornou-se, ao longo da última década, um conceito no ramo joalheiro. Integrada às diretrizes do Programa de Desenvolvimento do Setor de Joias e Metais Preciosos do Pará, mantido pelo Governo do Estado e gerenciado pelo Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama), a joia paraense tem características únicas, que a diferenciam em todos os mercados onde é exposta e comercializada.

São peças que carregam não apenas a riqueza do ouro, da prata e das gemas minerais, mas um tesouro maior, que é a cultura da Amazônia - uma região ímpar, onde as heranças europeia, indígena e africana se harmonizaram de tal forma, que resultaram em uma cultura eclética, exuberante, com o calor e a cor dos trópicos.

Aliada às características culturais, a joia leva para o mundo matérias primas que a floresta e os rios da Amazônia oferecem em abundância. Madeiras, fibras de palmeiras, argila, sementes, caroços, cascas, resinas, escamas e madrepérolas, além de chifres, são torneados, lapidados, polidos e transformados em verdadeiras gemas da natureza. Materiais que ganham o mundo em forma de colares, anéis, brincos, pulseiras, braceletes, pingentes, broches, prendedores de gravata e abotoaduras.

É nesse contexto que a Joia do Pará se consolidou no mercado, como referência do setor joalheiro artesanal e da cultura amazônica. É uma autêntica vitrine do que a Amazônia pode oferecer ao mundo, nos campos da criatividade, da beleza e do encantamento.

(na foto, pingente "Ícones", em madeira, prata e incrustação paraense,
criação da designer Rosa Castro -
foto: Karina Paes - Igama/Divulgação)


Gemas:

Orgânicas:

As gemas orgânicas são aquelas de origem biológica, ou seja, originadas de seres vivos, como a pérola, o coral, o marfim, o âmbar e, mais recentemente, madeiras e sementes, que tem sido muito usadas na joalheria moderna. 

Minerais:

Detentor da maior província mineral do planeta, o Pará tem em seu subsolo uma infinidade de riquezas, que vão desde o minério de ferro até as gemas, que já somam mais de 250 ocorrências em todo o seu vasto território. As gemas minerais são conhecidas também como gema natural. 

Ametistas, citrinos, granadas, safiras, malaquitas, turmalinas, opalas, cristais e muitas outras gemas encontradas no Pará são utilizadas nas joias do Espaço São José Liberto, enriquecendo as peças e conquistando a preferência daqueles que vêem a joia muito além do que um simples adorno.

A beleza das gemas paraenses ganha mais destaque com o trabalho dos lapidários, que as deixam mais sedutoras aos olhos do público.

(na foto, colar "Rainha da Amazônia" criação da designer Ivete Negrão,
em ouro com gemas minerais - foto: João Ramid/AIB)


Vegetais:

Um trabalho de pesquisa com elementos da natureza, desenvolvido há anos pelo mestre ourives e pequisador Paulo Tavares, resultou em um produto inovador, que se junta à joalheria para valorizar, ainda mais, a biodiversidade amazônica.

As gemas vegetais são produzidas a partir de resinas retiradas de plantas e madeiras, em processo totalmente artesanal. São únicas e imprimem às joias do Pará mais um diferencial. É uma tecnologia desenvolvida por um profissional do Programa Polo Joalheiro do Pará com o incentivo do Espaço São José Liberto, que contribui para ampliar o brilho da joia paraense.

(na foto, anel "Desabrochar" da Coleção Metamorfose Preciosa da Amazônia, em prata com 
gema vegetal de açaí, criação e produção do designer Ivam Pereira. foto: Ocione Garçon)

 



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Espaço São José Liberto - Praça Amazonas, s/n, Jurunas, Belém-Pará-Brasil. Fone: (91) 3344-3500 e (91) 3344-3514.
Horário de visitação: terça a sábado, de 09 às 18:30h; domingos e feriados, de 10h às 18h.